sábado, 26 de fevereiro de 2011
Extraordinário Lixo Imaginário
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Cultura: do Pensamento para o Entretenimento
Nada mais desprezível e repetitivo do que certas falas sobre cultura que jorram nos congressos, seminários, na mídia, hoje em dia. A impressão é que houve uma perda da capacidade de produzir pensamento e a ausência de platéias seduzidas pela reflexão. Não se interroga a produção simbólica, faz-se reivindicações, relatos, comentários para animar um auditório acostumado ao olhar da televisão. Se algum dia na história, o filósofo, o intelectual, o crítico, o artista, o poeta ocupavam o lugar privilegiado de formar opinião, hoje, esse lugar é ocupado pelo produtor, o empresário cultural, o profissional de marketing. E a cultura é vista apenas como um agente de estímulo da economia de uma sociedade em declínio.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Professores Digitais
Retorno II

quarta-feira, 21 de abril de 2010
Tropicália
terça-feira, 20 de abril de 2010
Financiamento à cultura
* Trecho do livro O Poder da Cultura, de Leonardo Brant, publicado em www.culturaemercado.com.br/ideias/financiamento-a-cultura/
A base da pirâmide é a infra-estrutura, necessária para o desenvolvimento de todas as outras funções.
No topo, a indústria cultural.
Todo o investimento que visa garantir os direitos culturais ao cidadão é responsabilidade constitucional do Estado.
Isso inclui:
· Criar e manter equipamentos culturais;
· Valorizar o patrimônio;
· Formar e informar o cidadão;
· Oferecer acesso à tecnologia de informação e comunicação.
O potencial simbólico de um povo e de uma nação está intimamente ligado sua capacidade de desenvolvimento artístico, estético, de linguagem e de mercado.
O Brasil precisa desenvolver fundos públicos autônomos, qualificados e com orçamento para lidar com essa emergência
O fomento não pode estar à mercê do mercado, tampouco sujeito às intempéries do governante de plantão.
Nosso modelo de financiamento precisa incentivar o empreendedorismo, possibilitando o diálogo com o mercado, ao mesmo tempo que se pensa e se estruture como atividade artístico-cultural.
Os mecanismos de mecenato, já existentes e consolidados, precisam se readequar para atender a essa imensa demanda.
As indústrias culturais estão entre os setores econômicos que mais crescem no mundo, auxiliando na exportação de produtos brasileiros, gerando empregos e recolhimento de impostos.
Elas necessitam de incentivo direto para ampliar sua capacidade operacional, como redução da carga tributária ou concessão de empréstimos subvencionados.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Música e Educação.
