
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Professores Digitais

Retorno II

quarta-feira, 21 de abril de 2010
Tropicália

terça-feira, 20 de abril de 2010
Financiamento à cultura
* Trecho do livro O Poder da Cultura, de Leonardo Brant, publicado em www.culturaemercado.com.br/ideias/financiamento-a-cultura/
A base da pirâmide é a infra-estrutura, necessária para o desenvolvimento de todas as outras funções.
No topo, a indústria cultural.
Todo o investimento que visa garantir os direitos culturais ao cidadão é responsabilidade constitucional do Estado.
Isso inclui:
· Criar e manter equipamentos culturais;
· Valorizar o patrimônio;
· Formar e informar o cidadão;
· Oferecer acesso à tecnologia de informação e comunicação.
O potencial simbólico de um povo e de uma nação está intimamente ligado sua capacidade de desenvolvimento artístico, estético, de linguagem e de mercado.
O Brasil precisa desenvolver fundos públicos autônomos, qualificados e com orçamento para lidar com essa emergência
O fomento não pode estar à mercê do mercado, tampouco sujeito às intempéries do governante de plantão.
Nosso modelo de financiamento precisa incentivar o empreendedorismo, possibilitando o diálogo com o mercado, ao mesmo tempo que se pensa e se estruture como atividade artístico-cultural.
Os mecanismos de mecenato, já existentes e consolidados, precisam se readequar para atender a essa imensa demanda.
As indústrias culturais estão entre os setores econômicos que mais crescem no mundo, auxiliando na exportação de produtos brasileiros, gerando empregos e recolhimento de impostos.
Elas necessitam de incentivo direto para ampliar sua capacidade operacional, como redução da carga tributária ou concessão de empréstimos subvencionados.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Música e Educação.

sábado, 9 de janeiro de 2010
Retorno
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Sensibilidade de Artista

Descobrir trabalhos de artistas que reverenciam a cultura local é sempre muito gostoso.
O prazer, o conhecimento, a cumplicidade, a experiência, a beleza, a simplicidade, o sabor peculiar, afluem em cada detalhe que integra essa obra.
E no momento em que entramos em contato com essa arte, sensibilizamo-nos, transcendemos o tempo e o espaço em que estávamos e adentramos em um universo particular e profundo.
Só então percebemos (que é mais do que entender!) que é a cultura que constroi o que chamamos de "Eu".
VEJA:
http://joaogasparilha.blogspot.com/